Nunca sinta medo
Eles costumam ficar atrás de quem tem medo


Avoid opening your eyes in the morning, because I'll be there. Do not go down at night to drink water, because I'll be waiting for you. Assez lights do not think scare me, because I'll always be in the darkest of your room, just waiting for you to fall asleep. Are you terrified of me, but do not worry, I will not kill you, I'll just pull my way and make you a slave, I will not even take any more torture, do you feel the worst pain in the world, until you will not stand it anymore, and will want to join me. Do not worry, I'm only in your subconscious
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theme feito por meninacalada, com detalhes de late-to-write e com ajuda de princpesemcora.
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Sinopse – O inferno é perto, mais perto do que pensamos um lugar onde todos vivem inclusive pessoas normais e pessoas anormais, onde tem animais. Resumindo: Inferno é essa terra baldia de gente ignorante e arrogante querendo mandar em suas próprias vidas, onde nem se quer tem estudos suficientes para ser alguém benéfico. Esse inferno só existe pessoas remotas que acreditam que fazem bem a humanidade enquanto não dão conta de lavar nem suas próprias roupas. Pessoas, pessoas, pessoas. Essa palavra inútil me irrita tanto. Sou o tipo de que não gosta de ninguém, vivo no meu mundo e por incrível que pareça me sinto bem assim, do que certas pessoas. Até pelo fato de ser diferente, você é julgado sem causas justas. Se você esquece algo, é julgado, se você faz algo não importa se está certo ou errado, é julgado da mesma forma. Por isso essa sociedadezinha não sai do lugar. Sempre a mesmice de sempre, chega a um ponto que viver não adianta mais, que viver é cansativo. O que mais me chama atenção é como as pessoas sofrem, elas são otárias de mais para acreditar em um príncipe encantado vindo com seu cavalo idiota e imbecil cavalgando por aí, esperando encontrá-las em alguma selva perdida. Pena dessas pessoas clichês seria algo de mais para sentir. Sinto mesmo é o ódio que acumula dentro de mim em todos os dias vividos, sinto mais vontade de mandar essas pessoas pra bem longe de mim, longe, sinto vontade de não ver ninguém em minha volta, à vontade me sufoca, meu ódio, por enquanto só alimento, enquanto não tiver motivos óbvios, vou ficar quieta em um canto, pensando em uma forma dolorosa de morte para todos, principalmente a de minha mãe.

Autores: a-samara e de-sapegado



Os mortos andam de verdade na Indonésia

Na Indonésia (especialmente em Toraja), um cadáver é acordado deixando-o que ande a pé até seu túmulo (é raro, mas ainda é realizado).

O cadáver é acordado usando magia negra. Isso é feito em Toraja porque as sepulturas/cemitérios são colocadas em montanhas calcárias (o que conserva melhor os corpos).

O corpo anda por si só, e é orientada por um especialista em magia negra que fica atrás dele. Mas existe uma proibição, o cadáver não deve ser nomeado. Uma vez que comandado o cadáver cai e não é capaz de andar novamente. 

(Source)



Era meia-noite e eu estava sozinha em casa apenas com a minha gata, minha golden e algumas baratas que insistiam em entrar pela janela, já nem faziam diferença pra mim. Meus pais haviam saído, foram em alguma festa, ou até ao motel, isso não importa, comecei a ficar preocupada com a demora, mas como de costume, tranquei todas as portas, janelas e me isolei no meu quarto, ficando só no computador o resto do tempo que eu tinha até eles chegarem, escutei arranhões na porta da frente e logo após sendo aberta, achei que fosse minha cachorra, pelo costume que ela tinha de ser assim quando sentia que era algum conhecido na rua perto de apertar a campainha, desci as escadas felizmente com a volta deles, mas não vi ninguém, achei estranho, talvez eles tivessem entrado e iam fechá-la mais tarde, tranquei denovo, e perguntei: “Mãe? Pai? Onde vocês estão?”. Nenhuma resposta, retornei ao meu quarto, pensativa. Novamente, escuto a porta abrir, desço as escadas devagar, pé por pé e avisto minha cachorra olhando pra rua e latindo ferozmente, eu confesso, estava com medo, peguei o guarda-chuva que estava ao lado da escada, e fui andando em direção a porta da frente, quando encostei a mão no trinco, escuto um grito, pode-se dizer, bem agudo, que me fez tremer dos pés a cabeça, estiquei o pescoço para ver da onde havia vindo esse som atormentador. Vi também uma mulher, deitada no asfalto e sangrando, sangrando muito, achando que podia ter um assassino a solta, fecho-a o mais rápido possível e tranco-a, mas no momento que eu olho novamente para a porta de madeira pintada de branco e pequenas janelas de vidro vejo uma frase escrita onde dizia: “Não olhe para trás, você é a próxima”.



Você tem certeza de que quando apaga a luz e se deita você está sozinho?



A estranha figura

Era uma noite fria, o barulho da chuva invadia meu quarto, e além das gotas eu só ouvia um cochicho vindo da televisão. Meus olhos estavam pesados, mas eu não queria dormir. Não tinha motivo, mas eu sabia que não podia dormir.

Depois de um tempo, eu me virei tentando relaxar e tirar a ideia de que eu não podia dormir, mas logo depois eu me virei e voltei a olhar para o teto do meu quarto. Agora a chuva já caia com menos força e a televisão parecia ter aumentado o volume. Como eu tinha perdido o controle, eu tive que me levantar e desligá-la no botão.

Deitei-me novamente, mas o sono não aparecia. Quando eu olhei no relógio e eram 1:32h da manhã meus olhos fecharam sem a minha ordem. Eu tentei lutar para que ficassem abertos, não sabia por que, só sabia que devia mantê-los abertos.

Ouvi o barulho da maçaneta da minha porta girando, mas meus olhos se recusavam a focar na estranha figura que entrava no meu quarto. Não sabia quem era, ou o que era. Tentei chamar meu irmão, mas a minha boca só abriu o suficiente pra passar o ar.

Tentei sentar-me na cama, mas minhas pernas estavam paralisadas. A coisa que entrou no meu quarto ficou me encarando. Podia ser a minha mãe, pois era quase a mesma altura, mas a respiração da figura era lenta e profunda, e sua presença era fria.

Depois de um tempo a coisa se virou e saiu do meu quarto, fechando lentamente a porta.

Na manhã seguinte eu perguntei à minha mãe se ela ouviu alguma coisa, ela disse que não e só ouviu um ‘Boa noite’ achando que fosse eu falando, ela respondeu, e ouviu depois a porta do meu quarto abrindo e fechando depois de um bom tempo.

Até hoje eu não sei o que era aquilo, mas depois daquela noite, eu tenho tido pesadelos macabros constantes.



A lenda da mulher sem boca

No Japão, anos atrás, vivia uma mulher com seu bruto marido. Ele a maltratava, batia nela, agredia-a fisicamente e psicologicamente. Em uma dessas agressões, estava com uma faca na mão e arrancou sua boca. Ela então, se achando muito feia, pois um pano branco na boca e foi até a rua para achar o prédio mais alto e se jogou de lá. Vim para o Japão passar as férias, conhecer tudo, enfim. Por acaso, o prédio de onde ela se jogou foi onde eu me hospedei. Comecei a ouvir boatos, até que me contaram sua história. Eu não fiquei com medo. Disseram-me que ela vaga a noite pelas ruas do Japão com a faixa na boca e pergunta: “Eu sou bonita?” óbvio que você irá dizer que sim. Até porque, ela é realmente linda. Então ela retira a faixa da boca arrancada, e pergunta: “Ainda sou bonita?” Dependendo da sua resposta, você morre. Quando contaram-me comecei a rir e sai para dar uma volta. Eram aproximadamente 2:15 da madrugada. Quando saí do prédio, vi uma garota linda de vestido virando a esquina. Segui-a, pensei em ver onde ela iria, e se fosse até um bar eu entraria la como quem não quer nada e puxaria assunto. Ela sumiu. De repente. Virou a esquina e simplesmente desapareceu. Comecei a achar estranho e decidi voltar ao meu apartamento. Quando me viro para trás, lá esta ela. A garota da lenda. Ela me perguntou com uma voz suave: “Eu sou bonita?” Pensei ser alguém fantasiado tentando me assustar, e disse “Não!” E puxei o pano de sua boca. Ela foi embora e eu fui para o meu apartamento. Quando cheguei, fui tomar um banho para me deitar. Ao sair do chuveiro, encontro uma mulher de costas no meu apartamento. “Ei! Quem é você? Como entrou aqui?” “Eu não sou bonita, Jack?” Senti um frio. “Essa brincadeira tá ficando sem graça. Sai daqui!” Ela se virou para mim e estava com o rosto totalmente desconfigurado. Agora não tinha apenas a boca arrancada, tinha olhos furados, nariz torto, furos nas bochechas, era uma aparência realmente amedrontadora. Seu vestido branco de seda estava todo ensanguentado. Ela estava com uma faca na mão direita. Vi a faca e disse: “Para com isso. Solta essa faca, você é louca, deve ter ficado paranoica com a tal lenda da garota.” Ela olhou fixa para mim. Deu uma risada sarcástica e virou a cabeça para o lado bem devagar. Fui andando para trás sem perceber que estava perto da janela e ela estava aberta. Eu cai. Quando cheguei no chão pude ver a garota bem de perto e ouvir sua risada satânica pelos ultimos segundos de minha vida. Dizem que quando uma pessoa morre em um momento de raiva, seu espirito fica vagando pela terra, sem ir para o céu ou inferno. Eu não morri em um momento de raiva. Foi de medo. Agora me divirto vendo o pavor das pessoas. Como o seu. Olhe para trás, eu quero brincar com você.          

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A Lenda da Kuchisake Onna - A Mulher da Boca Rasgada

A Lenda da Kuchisake Onna - A Mulher da Boca Rasgada

Segundo contam, uma mulher trajada em vestes vermelhas como sangue e usando uma máscara (semelhante àquelas que as pessoas usaram na época em que a Gripe Suína estava mais “em alta”) aparece na rua no horário em que as crianças estão voltando da escola e, simplesmente as aborda, perguntando “Eu sou bonita?”. Se a criança responde que “sim” ela tira a máscara e pergunta “Mesmo assim?”, revelando sua boca deformada, rasgada de orelha a orelha. Se a criança responde “não”, ela mata a criança, esfaqueando-a (ou, dependendo da região, conta-se que ela usa uma foice para rasgar a boca de sua vítima).
Na Coréia, a lenda diz que 3 moças aparecem nas portas das casas durante noites de tempestades de neve e perguntam “Qual das três é mais bonita?”. Se a pessoa escolhe uma, é morta pelas outras duas. Todas as três têm bocas rasgadas.





O MENINO DO BANHEIRO

Fui dormir, e pela primeira vez peguei no sono logo quando fui deitar. Tinha sido um dos piores dias do ano, tudo deu errado, então só esperava chegar em casa e dormir logo . Durante a noite eu tive um pesadelo , que foi um dos piores que eu ja tive, quase impossível de descrever , mas eu vou tentar : “Meu pesadelo era como um filme de terror, e meus olhos eram as cameras , eu via tudo que acontecia. No pesadelo , uma menina e sua mae, e um menino e sua mãe também, estavam no meio da rua. A menina, através dos pensamentos fez com que o carro atropelasse o menino, e ele morreu , bem ali na rua. E logo ja se transformou em um fantasma horrivel que tinha uma lingua de cobra. E ele esticou a lingua , passou pelo braço da mãe dele, e foi para a camera. Logo , o pesadelo foi para uma sala , tinham 3 cadeiras , e estavam amarradas em cada uma delas a menina, a mãe da menina, e a mãe do menino. O fantasma do menino apareceu , e ele era horrivel , apavorante , ele matou a mãe da menina, desmembrando-a e depois matou a sua propria mãe e comeu a carne dela. Por algum motivo ele não conseguiu matar a menina. Logo depois o pesadelo era com a minha irmã conversando com esse menino, no banheiro do andar de baixo da minha casa e o pesadelo acabou com ele olhando para ” a câmera”, que seria os meus olhos.” Senti a lingua daquele menino passando no meu braço e então eu acordei, pulei da cama de susto. Olhei para baixo da cama e não vi nada. Olhei no relógio, eram 5:38 . Fechei os olhos para tentar dormir de novo , mas senti uma presença estranha, quando abri os olhos vi esse menino na porta do banheiro , fechei os olhos de novo, rezando pra tudo ser um sonho, e quando abri novamente ele estava muito perto de mim, olhando nos meus olhos . Eu levantei e fui desesperada pra falar com a minha mãe, contei do sonho pra ela, e que tinha visto o menino do meu quarto , ela nao acreditou mas tentou me acalmar. Quando eu ja estava calma, e ia saindo do quarto ela me chamou : 
Ela :Você disse que sonhou com esse menino, falando com a sua irmã, no banheiro de baixo ?
Eu : Sim, mãe.
Ela: E você se lembra que quando sua irmã era pequena ela ficava no banheiro conversando sozinha, e quando perguntávamos ela  dizia que era um menino que estava falando com ela, e que esse menino perguntava sobre você ?



SALA DE EXORCISMO

Minha mãe e meu pai são muito religiosos, são ministros e minha mãe trabalha na secretaria da igreja. Hoje eles , eu e a minha irmã , fomos levar um futuro Padre até o seminário. Seminário é um lugar onde ficam padres, bispos e também os que estudam para virar padres. Quando chegamos lá o Marcelo ( que ia virar padre) nos convidou para entrar . Aquele lugar era uma mansão antiga e muito sinistra que ficava no meio do mato. O Marcelo foi mostrando todos os cômodos daquele lugar para a gente, quando passamos por um corredor ele acendeu todas as luzes e disse: Só pra prevenir , as pessoas dizem que vêem espíritos de padres e mulheres aqui nesse corredor.Na hora me deu um frio na barriga. Depois passamos por outro corredor e eu parei no banheiro e meus pai foram seguindo pra cozinha com o padre. Quando eu sai dei de cara com uma escada de concreto, era a única parte daquela mansão que não era reformada nem pintada. Subi pelas escadas e elas me levaram até uma sala, cuja porta estava meio que arrombada, caída no chão com correntes e cadeados em cima. Quando eu entrei na sala, tudo que tinha lá era antigo , não reparei muito na sala, logo no principio , fiquei mais preocupada com a quantidade de inseto no chão : várias moscas, formigas gigantes e besouros. Só depois eu percebi que a sala onde eu estava tinha TUDO , T-U-D-O  para exorcismo. Livros com rituais em latim , água benta , cruzes , uma cruz quebrada ao meio, e até uma cama com panos na grade , que seria para prender a pessoa possuída. O clima daquele lugar era a coisa mais horrível do mundo , a todo tempo eu via sombras , até o cheiro era ruim e aquilo foi me incomodando tanto que eu sai correndo daquele lugar. Quando encontrei minha mãe na cozinha ela viu que eu estava branca e tremendo , e o o padre me olhava toda hora, parece que ele sabia que eu tinha ido lá. E na hora de ir embora , ele chegou em mim e disse: Deus a abençoe. E fez um sinal da cruz gigante, e só em mim, não fez na minha mãe, nem no meu pai. 

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